O telemóvel vibra. Tu olhas. Não era nada importante.
Mas já olhaste. Já saíste do que estavas a fazer. Já deste ao algoritmo aquilo que ele queria: atenção.
As notificações são a campainha emocional do século XXI. Tocam, interrompem, prometem urgência e entregam quase sempre irrelevância.
Vivemos disponíveis para tudo, menos para o que estávamos realmente a fazer.